A dengue, chikungunya e o zika vírus são velhos conhecidos da população brasileira. E é, principalmente na época de verão, quando o mosquito transmissor das doenças (Aedes Aegypt) se reproduz com mais intensidade, que o cuidado dos moradores e turistas na cidade precisa ser redobrado. Só em 2017 mais de 100 mil visitas em residências e comércios foram realizadas pelos Agentes de Combate à Endemias em Balneário Camboriú, um trabalho importantes para apurar denúncias, coletar amostras para diagnósticos e, acima de tudo, orientar a população sobre como evitar que criadouros do inseto sejam formados.
"Hoje na verdade, temos que ter em mente que tudo que possa acumular água é um risco de criadouro para o Aedes, desde uma tampa de refrigerante até piscina sem tratamento adequado. A orientação é não deixar água acumular e precisamos da ajuda de todos", diz o diretor de Vigilância Ambiental e também coordenador de Combate à Dengue de Balneário Camboriú, Rafael Neis da Silva.
Como Balneário Camboriú é uma cidade turística, muitos imóveis ficam vazios durante o ano e são reabertos pelos proprietários só nesta época de temporada. É importante, principalmente para essas pessoas, evitar o máximo possível que o mosquito se reproduza, deixando caixas de água sempre vedadas, vasos de flores sem os pratos, calhas devidamente limpas e niveladas, ralos telados e com tela de mosqueteiro, piscina limpa e tratada e também tomar cuidado com os potes de água para cachorros e demais animais de estimação.
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