06.11.2017 - 15:00h
Projeto de Inclusão e respeito às diferenças é selecionado em concurso nacional
Respeitar as diferenças se colocando no lugar do outro. Com este propósito as professoras Suelen Albini da Silva e Sandra Runke Santos, do Núcleo de Educação Infantil (NEI) Odácia Tereza Damázio de Balneário Camboriú, desenvolvem o projeto “E se eu fosse você?” com a turma do maternal II B. As crianças que têm 03 e 04 anos de idade aprendem a importância da inclusão por meio de diversas atividades lúdicas e de vivências com reconhecimento das diversidades e valorização das diferenças.
O Projeto foi selecionado no Concurso Nacional Ana Moreira de Educação, fazendo parte do Seminário Estadual Concate que acontecerá nos dias 18 e 19 de novembro, em Itajaí, com o tema “A transformação começa na escola”. O concurso, que está na segunda etapa, levará os projetos mais votados, no site do Concate, para a fase final. A votação vai até o dia 10 de novembro. Para votar no projeto “E se eu fosse você?”, basta acessar o link http://concate.com.br/votar2/index.php e escolher o projeto número 12.
Sobre o Projeto
Desde o ano passado, os alunos estão participando de diversas atividades, que fazem com que eles se coloquem no lugar do próximo e aprendam sobre as diferenças. As professoras confeccionaram fantoches com deficiências como cadeiras de rodas e muletas, personagens negros e brancos entre outros para mostrar aos baixinhos as diferenças existentes entre as pessoas e a importância de respeitá-las. Em rodas de conversa as crianças apreendem sobre acessibilidade como rampa nas calçadas, assentos reservados em transportes, lugares públicos e privados entre outros assuntos ligados ao tema. Fizeram também atividades fora da sala de aula, em que ajudaram a guiar as professoras que estavam com vendas nos olhos. Tudo para ensinar as crianças a compreender como é viver com algum tipo de deficiência.
A iniciativa partiu da necessidade de intervenção devido algumas situações identificadas em sala de aula e por meio de conversas com as crianças e familiares sobre o respeito ao próximo. “Fizemos questão que a família participasse de todo esse processo de aprendizado. Quando pensamos em abordar este assunto com a turma pensamos em ir além de falar somente sobre as diferenças. Desafiamos as crianças a se colocarem no lugar do outro e compreender que as diferenças são exatamente o que as tornam únicas”, falou a professora Sandra Runke Santos.
Para a professora Suelen Albini da Silva ensinar as crianças a respeitar o próximo e as diferenças pode fazer a diferença no futuro. “Sonhamos que nossas crianças sejam cidadãos conscientes no futuro. Sejam pessoas e profissionais que pensem e se coloquem no lugar do outro. Não empreguem pessoas deficientes apenas para preencher cotas por exemplo, mas que eles tenham o prazer de receber essas pessoas. Não vamos precisar falar de inclusão se houver respeito”, pontuou a educadora.
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